O Ordinis Fluxo lê a pasta do cliente, valida o direito, monta a inicial no modelo do seu escritório e entrega a pasta de protocolo numerada. O advogado revisa e assina — o resto some da rotina de alguém.
Em uso por escritórios previdenciários, com casos reais em produção.
E esse é o número otimista: é o salário puro, num mês em que ninguém adoeceu, ninguém tirou férias e ninguém pediu demissão. O custo real de manter alguém montando petição é sempre maior do que a folha mostra.
Sem promessa: coloque o que é verdade no seu escritório e veja o resultado.
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A conta usa a nossa tabela por volume (R$ 50 / 40 / 35 / 30) e a implementação única de R$ 2.000. Ela é conservadora de propósito: considera só o salário — não somamos FGTS, INSS, 13º, férias nem rescisão, e assumimos que ninguém faltou no mês. Também não tiramos o tempo de revisão do advogado, que continua e é o que garante a peça.
Sobe a pasta do cliente. O sistema lê os documentos e diz a qual benefício a pessoa tem direito, apontando de onde tirou cada conclusão. Se o comercial fechou uma coisa e os documentos apontam outra, ele avisa antes de virar prejuízo.
Confere se a documentação obrigatória está completa. É o portão da comissão: faltou contrato ou procuração, não libera — e o dono recebe no WhatsApp quando o caso fecha.
O formulário é preenchido a partir dos documentos e a peça sai no modelo do escritório. O que não deu para ler aparece destacado. Campo obrigatório vazio trava a geração — a peça incompleta não passa.
A pasta numerada vai para o Drive do escritório, abre a tarefa de protocolo no Advbox com o link da pasta, e o cliente é avisado da distribuição por WhatsApp.
Organizar documento, conferir checklist, copiar a inicial anterior e renomear arquivo somem da rotina. Quem fazia isso passa a conferir o que o sistema montou — e dá conta de várias vezes mais casos.
Dobrar o volume de iniciais deixa de significar dobrar a equipe. O custo por peça cai conforme você cresce, em vez de subir com mais uma folha de pagamento.
Documento que não deu para ler, CID que não está no laudo, documentos que se contradizem: tudo vira aviso na tela antes de a peça sair, não reclamação do cliente depois.
Cobrança única. Seus modelos de petição cadastrados, as regras e documentos por benefício, as integrações (Drive, Advbox, WhatsApp) e o treinamento da equipe.
Substitui a montagem, não a advocacia. Organizar documento, conferir checklist, copiar a inicial anterior e trocar os dados: isso some. Quem assina continua sendo o advogado, que revisa a minuta antes do protocolo — e passa a fazer isso em minutos, para muito mais casos, em vez de gastar o dia montando peça.
Não é o que a maioria faz. O que muda é o destino das horas: quem montava petição passa a conferir e a cuidar de cliente, e o escritório dobra o volume sem a próxima contratação. A economia mais óbvia não é a demissão — é a vaga que você deixa de abrir.
Sai pronta para revisar. O sistema monta a minuta no seu modelo e destaca o que precisa de conferência; o protocolo só acontece depois que um advogado aprova. Essa trava é proposital e não pode ser desligada — é ela que torna seguro automatizar o resto.
Ela erra — por isso o sistema foi construído para o erro aparecer. Campo obrigatório vazio trava a geração; documento que não deu para ler é sinalizado; documentos que se contradizem geram alerta; e contas como o valor da causa são feitas em código, não pela IA. O que não tem lastro em documento fica em branco em vez de ser inventado.
Não. A implementação usa os modelos que o escritório já utiliza — eles são preparados para receber os campos automaticamente, preservando texto, formatação e timbre de vocês.
Sim. Cada escritório tem seus próprios modelos, regras, integrações e casos, com isolamento entre contas. As integrações usam a conta do próprio escritório: seu Drive, seu Advbox, seu WhatsApp.
Em uma conversa a gente mapeia quantas iniciais você produz, quanto custa produzir cada uma hoje e o que sobraria de margem. Se não compensar para o seu volume, a gente fala isso na hora.
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